Origem: Cultivar desenvolvida pelo Embrapa.
Ocorrência: cultivada em diversas regiões do Brasil. Ocasionalmente escapa do cultivo surgindo como invasora e ruderal especialmente em regiões serranas do Sul e Sudeste.
Suas plantas são de porte ereto, com espinhos, folhas palmadas lustrosas e lisas, sem cerdas/tricomas. Florescem entre setembro e outubro.
Os frutos são pretos quando completamente maduros
O tom das flores pode variar entre o rosado e o branco
Pode ocasionalmente fugir do cultivo e se tornar invasora.
Vigorosa e facilmente cultivável
Aspecto geral de um ramo jovem em cultivo. Glabro (sem "pelos")
Vídeo: Cultivar “Tupy” Em Santa Catarina
A cultivar Tupy apresenta caules e ramos com acúleos. O caule é praticamente glabro e cresce ereto no início do desenvolvimento, vergando a pouco mais de 1 m de altura se não houver suporte para a planta, estendendo-se por vários metros. A polidrupa e a drupéola são grandes, e o pedúnculo do fruto é firme e longo; ao tato, ramos e
folíolos são glabros; na borda do folíolo, os dentes são grandes.
Fonte
Separação botânica das Espécies de Rubus da região metropolitana de Curitiba (clique para acessar)
"É, atualmente, a cultivar de amoreira-preta mais plantada no Brasil, além de ocupar uma posição de destaque (aproximadamente 3.000 ha) no México onde é produzida, principalmente, para exportação aos Estados Unidos. É resultante de cruzamento realizado entre ‘Uruguai’ e a cv. Comanche. `Uruguai’ era um clone originário daquele país e cuja identidade não era conhecida.
‘Tupy’ foi lançada pela Embrapa Clima Temperado na década de 90, cujo programa foi liderado pelo Dr. Alverides M. dos Santos. Caracterizava-se por ser de hastes de hábito prostrado que necessitavam suporte, e provavelmente foi um clone de ´Boysenberry´, produzindo frutas vermelhas claras e suculentas. Este cruzamento foi realizado em 1982. Suas plantas são de porte ereto, vigorosas, com espinhos, perfilhamento médio e florescem em setembro e outubro. A colheita, nas condições de Pelotas, vai de meados de novembro a início de janeiro. As frutas têm 8 a 10g de peso médio, sabor equilibrado acidez/açúcar e com teor de sólidos solúveis entre 8 e 10° Brix. É de baixa necessidade em frio."
Fonte
Agência Embrapa de Informação Tecnológica (clique para acessar)











